Os professores tem sido apontados como parte de uma das categorias profissionais mais propensas ao estresse, tendo em vista que um grande percentual de docentes brasileiros apresenta sintomas de estresse ou depressao. Os professores mais jovens sao os que tem mais dificuldade para lidar com os problemas da profissao e muitos optam por abandonar o oficio. O presente artigo apresenta a discussao resultante de pesquisa cujo objetivo foi contextualizar o uso de antidepressivo por professores. Trata-se de uma pesquisa bibliografica exploratoria, para a qual se utilizou os recursos da revisao bibliografica em livros, revistas, dissertacoes, na base de dados Lilacs, Scielo e em busca manual nos periodicos nacionais para obtencao de informacoes sobre o uso de antidepressivo por professores. Diante da literatura consultada, constatou-se que a depressao tem maior prevalencia em docentes do sexo feminino; a maioria das licencas concedidas foi por transtornos mentais devido a depressao; as mulheres obtiveram o indice mais alto de consumo de medicamentos antidepressivos. Desse modo, pode-se concluir que ha uma grande prevalencia do uso de medicamentos antidepressivos por mulheres, isso pode ser explicado pelas situacoes a que estao sujeitas no seu cotidiano ou ate mesmo pelos efeitos hormonais. Embora os estudos tenham apontado uma alta prevalencia do uso de antidepressivos por professores, cabe ressaltar que ainda ha a necessidade de mais pesquisas sobre essa tematica, uma vez que ainda existe uma escassez de estudos publicados.