Neste artigo estendemos o modelo de sucessao familiar de Palia, Ravid y Wang (2008), e argumentamos que os dirigentes familiares podem ser bem sucedidos se certos fatores apresentam-se, como um conhecimento tácito nao monetarios ao dirigir a empresa, e o desenvolvimento de certas habilidades gerenciais pessoais. Utilizamos o caso de Carvajal, um importante grupo económico colombiano, para suportar nossas idéias e mostrar que, ao contrário da evidéncia empirica internacional, existem certas circunstancias sob as quais os esfonços que fazem os herdeiros na direçao podem ser similares aos do fundador e maiores aos dos dirigentes externos.