Este artigo parte de uma abordagem pela Educação Ambiental Crítica Decolonial, conecta dimensões antes distantes e dessincronizadas, mas que reconectadas, rearranjadas e reconduzidas podem atuar em sincronia pela transformação positiva da realidade socioambiental de sujeitos vulneráveis. Com foco em uma dialogicidade horizontalizada, oferecemos a exposição de uma Educação Ambiental Crítica localizada, que vai além do que os documentos normativos dizem sobre o que seria esta educação. Uma educação marcada pela expressividade de sua intencionalidade e pelo dialogar com o diferente. A metodologia adotada nesta pesquisa é a analética de Dussel, que sinteticamente se constitui como um antimétodo, calcado na irruptividade e abordagem pela contra-hegemomia que marca os estudos e problematizações decoloniais, sobretudo no prisma histórico, localizado e historiograficamente situado. Os resultados apontam para a potencialidade de uso das reflexões ontoepistemológicas como canais de desanuviamento, emergência e consolidação de outridades, alternatividades, no campo da Educação Ambiental, para promover àquela transformação desejada.
Tópico:
Race, Identity, and Education in Brazil
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FuenteHistoria Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC) revista de la Solcha