A Educação Especial Inclusiva emerge como um tema de extraordinária relevância no panorama educacional contemporâneo. Este paradigma educacional reconhece a diversidade como um elemento central e defende o direito de todos os alunos, independentemente de suas capacidades e características individuais, a uma educação de qualidade e acessível. Um estudo recente buscou compreender de que maneira as metodologias ativas podem potencializar o processo de ensino-aprendizagem dos alunos com deficiências na educação básica. Essa investigação não apenas destaca a importância da inclusão e da individualização do ensino como premissas fundamentais da Educação Especial Inclusiva, mas também explora como as metodologias ativas podem se tornar ferramentas valiosas nesse contexto. Primeiramente, vale ressaltar que a inclusão vai muito além de garantir a presença física dos alunos com deficiência nas salas de aula regulares. Ela implica na criação de ambientes que acolham e valorizem as diferenças, promovendo o respeito mútuo e a participação de todos os estudantes. Nesse sentido, a individualização do ensino se torna essencial, pois reconhece que cada aluno possui necessidades específicas e que o processo de aprendizagem deve ser adaptado para atendê-las de maneira adequada. É nesse contexto que as metodologias ativas se destacam como uma abordagem pedagógica eficaz. Em contraste com o modelo tradicional de ensino, centrado no professor e na transmissão de conhecimento de maneira passiva, as metodologias ativas colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem, promovendo a participação ativa, a colaboração e a construção coletiva do conhecimento.