Após a disseminação da pandemia global em 2020, educadores e aprendizes foram desafiados a uma reinvenção necessária, impulsionada pelo uso de plataformas e tecnologias digitais. Essa transformação permitiu uma otimização na absorção de conhecimento, especialmente diante da crescente necessidade de modalidades de estudo a distância ou híbridas. Contudo, o emprego dessas ferramentas exige uma cuidadosa consideração ética e moral em relação à utilização e acesso de dados. O presente estudo busca identificar os elementos distintivos dos trabalhos pautados pela ética, visando alcançar uma privacidade digital para professores, alunos e gestores escolares. É crucial lembrar que o termo 'ética' deriva do grego éthos, relacionado a tradições e hábitos individuais, enquanto 'moral', de origem latina mos, refere-se a diretrizes normativas e leis cotidianas. Ambas essas virtudes, embora distintas, requerem um equilíbrio, ancorando-se na razão e no discernimento comum. A pesquisa bibliográfica conduzida no estudo visa preencher as lacunas existentes nesse domínio. Apesar da literatura sobre a Lei de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade no contexto educacional ser considerada escassa, a expectativa é que professores, gestores, coordenadores e alunos dediquem os recursos necessários para compreender, praticar e aplicar os princípios normativos que salvaguardam a proteção digital dos envolvidos em suas atividades pedagógicas.