Levando em consideração que a meditação sobre a Educação Ambiental (EA) ainda é uma necessidade, o presente artigo versará na perspectiva de entender a sua trajetória e conceituação, inferindo também as suas vantagens e as dificuldades para a implementação nas instituições de ensino básico. O método de pesquisa utilizado é o de revisão bibliográfica, concentrado em documentos oficiais do Ministério da Educação e publicações de estudiosos dedicados a mesma linha ou de áreas afins, tais como artigos e trabalhos monográficos, publicados entre os anos de 2010 e 2022. Em análise aos materiais selecionados, destaca-se que a origem da Educação Ambiental (EA) remota a segunda metade do século XX, conceituada como uma práxis educativa e social, atrelada a construção de conceitos, valores e atitudes, criando na experiência humana mecanismos que lhe auxilie no emprego dos recursos naturais. A escola é apontada com o local apropriada para o seu desenvolvimento, devendo atingir todos os envolvidos no processo. Porém muitas barreiras impedem ou dificultam a sua efetuação, desde a resistência dos responsáveis até a falta dos recursos adequados, são tantos desafios, que a Educação Ambiental (EA) acaba sendo trabalhada de maneira artificial ou mais gravemente, acaba caindo no esquecimento. Diante das reflexões tecidas, fica o ensejo que novas pesquisas nessa área sejam desenvolvidas, contribuindo para que a temática seja empreitada com seriedade.