Introdução: O Aleitamento Materno (AM) é uma ação protetora contra as doenças infecciosas e crônicas na infância, previne doenças e mortes de crianças com idade de até cinco anos e combate à desnutrição. Diminui o risco de mortalidade infantil decorrente das patologias comuns na primeira hora de vida e auxilia na reabilitação da criança contra doenças. Ele é fundamental para a saúde do recém-nascido (RN) e imprescindível no tratamento daqueles que nasceram de forma prematura, criança pré-termo ou com baixo peso. Objetivo: Sistematizar o conhecimento sobre as Políticas Públicas de promoção à amamentação no Brasil. Método: Foi realizada uma Revisão Integrativa de consultas nas bases de dados: BVS, PubMed, Medline, Lilacs e BENF-Enfermagem no período de Janeiro de 2017 a Junho de 2023. Os Descritores foram utilizados individualmente ou combinados. Foram resgatados n=749 artigos, dos quais, n=47 foram submetidos aos critérios de inclusão e de exclusão e n=08 artigos entraram para a análise. Resultados: As políticas públicas promovem o crescimento qualitativo e quantitativo dos bancos de leite; estimula e propicia a prática do AME por 6 meses e continuado por 2 anos ou mais com alimentação complementar saudável. Reduz a mortalidade neonatal e infantil; Promove e protege a saúde da criança; orientam o processo de monitoramento, vigilância, detecção, prevenção e mitigação das barreiras do AM. A Política Nacional de Aleitamento Materno recomenda prevenir, reconhecer e resolver os desafios presentes na interação nutriz e filho, no que se refere à amamentação, como os obstáculos e barreiras. Conclusões: A articulação das Políticas Públicas fortalece as diversas ações de incentivo ao AM desenvolvidas no Brasil desde a década de 80; promove a atuação em Clínica Ampliada, capacita os trabalhadores para atuação sobre AM, fortalece a amamentação e remove as barreiras físicas do AM; auxilia, apoia, empodera, capacita e encoraja as lactantes a continuarem o AM por 2 anos
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Breastfeeding Practices and Influences
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Información de la Fuente:
FuenteBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences