Em outubro de 2020, com as novas regras da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, Investidores não qualificados, isto é, aqueles que não possuem pelo menos um milhão de reais em aplicações financeiras e/ou não sejam investidores profissionais, passaram a poder negociar Brazilian Depositary Receipts (BDRs) Nível I. Assim, com base nessa oportunidade que se criou a todos os investidores brasileiros em poder investir em empresas estrangeiras, por meio dos BDRs, e tendo em vista o grande potencial de crescimento de empresas que fazem uso intensivo de tecnologia, dentre elas a tecnologia disruptiva, o presente estudo objetiva apresentar a viabilidade da criação de um fundo de investimento baseado nessas empresas com foco no Comércio Exterior – Comex. Por meio de pesquisa exploratória conclui-se que através das inovações tecnológicas a capacidade das pessoas, físicas e jurídicas, em atingir a humanidade para trocas comerciais foi democratizada. O estudo de caso realizado por meio da Análise Fundamentalista e Técnica entre empresas que participam do Comércio Exterior, que fazem uso da tecnologia disruptiva e que possem capital aberto em Bolsa de Valores Internacionais resultou na seleção das empresas que compõe o Fundo ComexTech Investment .