Objetivos. Avaliar o efeito da orientação fisioterapêutica por teleatendimento na qualidade de vida de cuidadores informais. Secundariamente, investigar a presença de dores articulares e musculares, ansiedade e depressão. Métodos. Cuidadores informais de pacientes pós-AVC foram convidados a participar do estudo por meio de teleatendimento, sendo realizadas avaliações utilizando escalas para verificar os níveis de ansiedade e depressão, qualidade de vida e presença de dor antes e após as orientações fisioterapêuticas realizadas por meio de cartilhas com temas relacionados a posicionamento do paciente, transferências, mudanças de decúbito, alongamentos, autocuidados, higienização do paciente, uso e armazenamento de medicamentos e alimentação. Foram realizadas quatro sessões de intervenção com frequência de duas vezes semanais e duração de 50 minutos. Resultados. Foram contatados 152 cuidadores e selecionados cindo participantes a partir dos critérios de inclusão, dos quais permaneceram dois até o final do estudo. Observou-se melhora na percepção da qualidade de vida e nas dores, além da redução dos sintomas de ansiedade e depressão. Conclusão. As orientações fisioterapêuticas foram capazes de promover aumento da percepção qualidade de vida, discreta melhora nos sintomas de ansiedade e depressão e nas dores articulares e musculares