Este ensaio, de caráter reflexivo, devota-se a explorar a potencialidade da noção de arquivo para os afazeres investigativos no campo educacional. Tendo como base a teorização foucaultiana e a de alguns de seus interlocutores ulteriores, o artigo propõe dois procedimentos investigativos complementares: o arquivamento e a arquivização. Ao final, formula-se um paralelo entre o teatro da memória, projeto renascentista de Giulio Camillo, e o gesto arquivístico na pesquisa educacional.