O artigo propõe a categoria do corpo jovem como mito através do estudo de alguns autores para estabelecer um estudo exploratório da cultura juvenil dos anos sessenta do século XX. Tem como propósito mostrar uma reflexão acerca do movimento do corpo como expressão juvenil em três dimensões. Ao tomar como base o cinema, a moda e as sonoridades, faz uma exploração da categoria corpo jovem no filme Simpatia pelo diabo de Jean Luc Godard, na minissaia e no hibridismo musical que estrutura o cruzamento de linguagens no filme West Side Story (1961) de Robert Wise. Para finalizar traz uma proposta de antropologia narrativa sobre a riqueza do estudo da cultura urbana.