O presente trabalho estabelece o tratamento de conceitos chaves e termos relevantes para a compreensão da expedição filosófica chefiada por Alexandre Rodrigues Ferreira no século XVIII. Tem o propósito de mostrar ao leitor um pouco da biografia do autor. Propõe uma reflexão antropológica sobre os povos da América descobertos durante a viagem que durou quase dez anos. A análise aponta para a relação comparativa entre os povos do novo mundo e os do velho continente, destacando o choque cultural entre eles como aspecto relevante para o desmoronamento do eurocentrismo. O trabalho pretende, principalmente, demonstrar a contribuição de Alexandre Rodrigues Ferreira para a formação do pensamento social da Amazônia.